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  • Mata Ciliar é a grande homenageada do Refogado do Sandi no Carnaval 2026

    Mata Ciliar é a grande homenageada do Refogado do Sandi no Carnaval 2026

    Desfile acontece no dia 13 de fevereiro e deve reunir mais de 15 mil foliões no centro histórico de Jundiaí

    O bloco carnavalesco Refogado do Sandi vai celebrar a força e a resistência da Mata Ciliar em seu desfile de 2026, que acontece no próximo dia 13 de fevereiro, no centro histórico de Jundiaí.

    A iniciativa da diretora Gisela Vieira e de Iliana Mendonça, da ala de compositores do bloco, tem como objetivo festejar e dar visibilidade à entidade criada há 38 anos e reconhecida como uma das mais importantes associações na defesa e conservação da biodiversidade.

    Gisela Vieira afirma ser uma honra poder levar o nome da Mata Ciliar para o desfile do Refogado. 

    “É uma felicidade e uma honra levar o nome da Mata Ciliar para o desfile do Refogado do Sandi. É uma entidade que nos enche de orgulho, e esperamos contribuir para ampliar o reconhecimento e o apoio da comunidade de Jundiaí e região”, afirma Gisela Vieira.

    A médica veterinária, Cristina Harumi Adania, coordenadora de Fauna da Associação, comoveu-se ao ouvir o samba 2026.

    ‘’Estamos muito emocionados e motivados para seguir com nosso trabalho e com essa grande batalha em defesa da vida silvestre e da biodiversidade’’.

    “Ser abraçado pelo Refogado do Sandi é ser abraçado pela cidade”, afirma o presidente da Mata Ciliar, Jorge Bellix de Campos, ao reconhecer a potência de congregação do bloco, que desde 2016 é patrimônio cultural imaterial de Jundiaí. “É o reconhecimento do esforço coletivo em torno do nosso trabalho e isso nos dá uma energia imensa para seguir em defesa da vida.”

    O desfile do Refogado do Sandi abre oficialmente o Carnaval 2026 de Jundiaí no dia 13 de fevereiro, às 16 horas, com saída da Praça Ruy Barbosa, em frente ao Gabinete de Leitura. O trajeto segue pelas ruas Barão de Jundiaí e do Rosário, com encerramento às 19 horas, ao lado da Igreja Matriz. A expectativa é reunir mais de 15 mil foliões. A participação é gratuita e não há uso de abadás ou cordões de isolamento.

    O bloco Refogado em visita à Mata Ciliar

    Apoie a Mata Ciliar

    Fundada há 38 anos, a Associação Mata Ciliar atua no resgate, tratamento e reabilitação de animais silvestres vítimas de atropelamentos, tráfico e ferimentos, além de ser referência na proteção de felinos neotropicais e no monitoramento da fauna na região da Serra do Japi. A entidade também desenvolve ações de conservação da biodiversidade, educação ambiental, recuperação de áreas degradadas e proteção de recursos hídricos.

    Mais informações e formas de apoio podem ser acessadas em https://mataciliar.org.br/

    Agenda

    Desfile do Bloco Refogado do Sandi
    📅 13 de fevereiro – sexta-feira de Carnaval
    ⏰ 16 horas
    📍 Saída da Praça Ruy Barbosa
    📌 Centro de Jundiaí

     

    Conheça o samba do Refogado 2026

    Salve a Mata Ciliar! Preservar é festejar!

    (Iliana Mendonça / Décio Scalle / Renato Vianna / Tom Nando)

    No tic tac do meu coração

    O bloco vem na multidão

    Trazendo alegria e consciência

    Com samba, amor e resistência

     

    A mata ciliar tá a cuidar

    Dos rios bichos e do ar

    Quase quarenta anos de paixão

    Preservar é nossa missão

     

    Oh oh vamos cantar

    Salve a mata ciliar

    Refogado vem lembrar

    Preservar é festejar

     

    Oh oh vamos cantar

    Salve a mata ciliar

    Com amor e educação

    Vamos juntos de coração

     

    Nascentes brotam, querem viver

    A natureza só tem a oferecer

    Cuidar da terra é celebrar

    É o Refogado do Sandi a desfilar

     

    Oh oh vamos cantar

    Salve a mata ciliar

    Com amor e educação

    Vamos juntos de coração

    Clique aqui e acompanhe as novidade do Bloco Refogado do Sandi nas redes

    foto de capa: Dra Cristina Harumi, Jorge Bellix, Gisela Vieira, Lucas e Samuel 

  • Sumara Mesquita lança livro “Um beijinho do Erazê”

    Sumara Mesquita lança livro “Um beijinho do Erazê”

    A jornalista Sumara Fernanda Mesquita lança neste sábado (1/12), às 14h, no restaurante Koh Samui, o livro “Um Beijinho do Erazê” com textos do filósofo, publicitário e jornalista jundiaiense Erazê Martinho, falecido em 2006.

    Idealizado como homenagem, o livro apresenta uma coletânea de artigos, crônicas, poesias e filosofadas escritas por Erazê. “Reuni parte da obra extensa deixada por ele, priorizando textos que Erazê estava selecionando para a publicação de um livro”, conta Sumara, que conheceu o publicitário em 1992 quando o entrevistava para a Rádio Cidade.

    Com a ajuda dos filhos de Erazê, Ivan e Cassio Martinho, a jornalista também compilou poesias, cartas e filosofadas que ele enviava aos amigos, sempre finalizadas com “um beijinho do Erazê”.

    Foto escolhida para capa do livro: Erazê, nos anos 70, no Síto Sem Fim

    O livro, publicado pela editora In House, é também um passeio pela história de Jundiaí. Nascido em 1933, Erazê relembra os tempos de infância e juventude na cidade, como os armazéns de secos e molhados, a vivência no grupo escolar Conde do Parnaíba e as matinês no Polytheama. Revive as noites de amores e amigos no Bar do Sandi e dedica versos ao sítio ‘Sem-Fim’, onde viveu boa parte de sua vida.

    Há também homenagem a Portugal, visitado pelo publicitário no início de 2000, e os artigos sobre a conjuntura nacional que, segundo a organizadora, “parecem ter sido dedicados ao momento atual do país”.

    Eleito primeiro vereador pelo Partido dos Trabalhadores em Jundiaí, em 1982, Erazê foi também o fundador do bloco carnavalesco ”Refogado do Sandi”, hoje registrado como patrimônio cultural imaterial da cidade. É autor do livro “A irreverência equilibrista” em homenagem ao também publicitário Carlito Maia e, junto com Antonio Vieira e Sandro Vaia, é coautor do livro ”Crônicas de segunda (com Pufs de primeira)”.

    “Considero Erazê Martinho uma pessoa de talento publicitário imenso, do nível de Washington Olivetto e Nizan Guanaes, que tinha desprezo por questões materiais e fama. A simplicidade era a marca de seu caráter”, afirma Eduardo Suplicy em depoimento para o livro e a quem Erazê assessorou durante campanha a prefeito de São Paulo, em 1985.

    “Hilda Hilst amava os versos improvisados por Erazê na Casa do Sol, seu oráculo. Nós amávamos a poesia do sítio Sem-Fim, sua morada. Poesia que ora ele compartilhava conosco, ora guardava dentro de si, num farnel encantado, para prosseguir viagem no além-mar de seus descobrimentos”, lembrou a poetisa e amiga Sônia Cintra, falecida em fevereiro deste ano.

    Confira o depoimento sobre o livro concedido pela autora Sumara Mesquita, especialmente para o Acontece Jundiaí:

    “O livro que lanço neste sábado (1/12) não é uma biografia sobre meu grande mestre e amigo, Erazê Martinho. É um livro que já estava sendo escrito por ele, antes de sua morte, em 2006, com artigos, crônicas, filosofadas, sambas e poesias. Minha tarefa durante esses anos foi, mais ou menos, montar um quebra-cabeças e imaginar o que mais ele escolheria para fazer parte dessa coletânea.

    Organizar esse livro e o publicar em nome do Erazê é uma honra imensa. Mas é também uma “pedra de responsa”. É como se eu estivesse decidindo ou falando por ele, e quem o conheceu lembra-se do grau de inteligência, sapiência e exigência. Foi um misto de medo, stress e “eba!”.

    Ao mesmo tempo tem sido terapêutico. Reler esses textos é voltar aos tempos dessa amizade grandiosa. É ouvir a voz dele contando esses casos, debatendo política naquele nível “mestres da filosofia”, falando sobre seus amores, suas preferências musicais, sua infância, seus filhos, seu netos, sua viagem a Portugal, sua paixão por Saramago e pelo bairro de Alfama. Ele foi de fato um divisor de águas em minha vida. Fico imaginando quem ou como eu seria hoje se não o tivesse conhecido.

    Sim. Admito que demorei para lançar o livro. Mas o faço num momento importante de minha vida, com a maturidade necessária para entender muito do que ele sentia ao escrever sua obra e sobre boa parte da qual eu não tinha compreensão mais aprofundada. Foi preciso eu começar a envelhecer para entender os versos sobre visão turva, audição alterada, falta de tesão e dores nos ossos (rs).

    Quer coisa mais deliciosa do que ter como melhor amigo um ser humano inteligente pra cacete, temperado com humor agridoce? Eu prestava atenção em tudo que ele dizia, eu escutava tudo aquilo como grandes ensinamentos para a vida. Meu mantra é: “Mesquitinha, só a gente salva a gente!”. Eu levava broncas (muitas!). Mas o que mais me recordo era de dar muita risada com ele. Ele tinha o poder de transformar situações broxantes em piadas de perder o fôlego. Ele era foda.

    Eu espero estar chegando aos pés do que ele estava imaginando para o livro. Até porque ele ameaçava muito vir puxar a nossa perna depois de morrer (rs).

    As pessoas perguntam o que eu era dele. Era uma amiga muito mais nova e uma grande admiradora. Para mim ele foi um grande mestre. Para ele, pelas coisas que dizia, eu era amiga e discípula que o acompanhava nos eventos, nos botecos, no samba e na militância.

    Herdei muita coisa nessa história toda. A começar pelos amigos queridos que ele deixou. Sou amiga do Araken Martinho, do Mendes Pereira, do Inos Corradin, do Cid Tavares, do Antonio Galdino (adoro esses caras!). Fui muito amiga do Picoco, da Sônia Cintra e da Ema Ivanira. Eles partiram mas, como merecido, são protagonistas no livro do Erazê.

    Herdei o amor pelo jazz, pelo vinho e pelo budismo. Sou amiga dos filhos dele. Tenho verdadeira paixão e admiração pelo mestre Rã, o Cássio Martinho. É meu ‘brow’. Sou amiga de toda a galera do Refogado do Sandi, bloco maravilha que fez o maior chamego de minha vida ao me nomear rainha em 2014. Como diz minha amada amiga Liliane Rossi, ‘fiquei toda pimpona’.

    Sou de esquerda! Com respeito a todos os pensamentos, mas não poderia deixar de sê-lo ao ler os livros que li, a ter os professores que tive, a passar o que já passei e ao conhecer o Erazê Martinho.

    Minha gratidão é imensa. É densa. E por isso vou dar um ‘spoiler’ e contar o que escrevi no posfácio do livro.

    ”Nesses 16 anos de amizade também prometemos muitas coisas um ao outro e que não tivemos tempo de cumprir. Você ficou de me dar aulas de Filosofia e francês e me levar a mais templos de meditação e eu de te ensinar a andar de bicicleta e a gostar um pouco mais de rock’n roll. Recentemente aprendi a meditação de cura havaiana chamada Ho’Oponopono (você adoraria praticar) e me despeço com a oração principal.

    Por tudo que passamos e que talvez, em outra oportunidade, tempo e espaço, ainda venhamos a passar, “sinto muito, me perdoe, te amo, sou grata”.

    Sua eterna admiradora, amiga e filha.

    Sumara Fernanda Mesquita

    Fonte SITE ACONTECE

     

  • Quando o Corpo Fala: Climatério, Menopausa e o Trabalho das Mulheres Bancárias

    Quando o Corpo Fala: Climatério, Menopausa e o Trabalho das Mulheres Bancárias

    Por Aline Molina 

    O corpo feminino fala. E o silêncio em torno do climatério é também uma forma de silenciamento político. 

    Durante décadas, a cultura patriarcal tratou a menopausa como um “fim”. Fim da fertilidade, do desejo, da potência. Mas talvez estejamos justamente diante do contrário. Como afirma a filósofa Silvia Federici, “o corpo das mulheres sempre foi campo de batalha e também território de resistência”. E no climatério, esse corpo convoca uma nova leitura: ele deixa de servir a expectativas externas e passa a reivindicar autonomia. 

    O climatério é um processo biológico, sim, mas também profundamente simbólico. Ele marca um ciclo de transformações hormonais, com redução do estrogênio, alterações de sono, metabolismo e humor, que impactam o cotidiano e a vida emocional. No entanto, reduzi-lo a uma questão médica é empobrecer sua potência. Trata-se de um momento de transição em que o corpo feminino pede escuta, cuidado e liberdade. Como nos lembra a psicanalista Françoise Dolto, “o corpo fala o que a boca cala”. 

    O climatério pode ser lido, então, como uma fala do inconsciente. Ele anuncia o tempo de olhar para si mesma, de reposicionar desejos, limites e prioridades. É um rito de passagem invisível, vivido muitas vezes em meio à sobrecarga e à solidão. Nas relações de trabalho, o silêncio sobre a menopausa se soma a um histórico de invisibilização do corpo feminino. No sistema financeiro, onde prevalece a lógica da produtividade e da performance, a mulher bancária, acostumada a ser a “solucionadora de tudo”, é pressionada a seguir entregando resultados, mesmo quando o corpo pede pausa. 

    A exaustão, as insônias, as ondas de calor e a irritabilidade não são apenas sintomas fisiológicos. São expressões de um sistema que exige constância mecânica de corpos que estão em plena revolução interna. Em muitas agências, o ar-condicionado gelado, o ritmo intenso e o controle do tempo tornam-se inimigos da saúde. E a cultura corporativa raramente reconhece as necessidades dessa fase da vida. Como observa a socióloga Danièle Kergoat, “as relações de gênero atravessam o trabalho, produzindo desigualdades que se naturalizam no cotidiano”. A bancária que chega ao climatério carrega não apenas a pressão por resultados, mas também o peso simbólico da idade. A juventude é valorizada como atributo de sucesso, e a mulher madura passa a ser vista como “fora do padrão”. É nesse ponto que o discurso da meritocracia se cruza com o etarismo e o sexismo, formando um triplo obstáculo. 

    Falar de climatério e menopausa no mundo do trabalho é, portanto, falar de direito ao cuidado. Cuidado entendido não como concessão ou fragilidade, mas como dimensão política. Cuidar-se é subverter a lógica que faz do corpo uma máquina produtiva. É reivindicar o tempo da escuta, da saúde integral e da autonomia sobre si. 

    Em muitas mulheres, o climatério também desperta uma potência inédita. A sensibilidade muda, o olhar se amplia, e o desejo de autenticidade cresce. Como propõe bell hooks, “o amor-próprio é o fundamento da liberdade”. Quando uma mulher decide ouvir seu corpo, ao invés de silenciá-lo para se adequar, ela inaugura uma nova forma de resistência. No campo sindical, essa escuta precisa se traduzir em políticas concretas: diálogo aberto sobre saúde hormonal, ampliação de atendimentos psicossociais, protocolos de acolhimento, campanhas educativas e formação de lideranças sensíveis ao tema. 

    O climatério não é um problema pessoal, é uma questão de saúde coletiva e de justiça de gênero. Há ainda um aspecto estrutural que precisa ser enfrentado com urgência: a inclusão e retenção de mulheres acima dos 50 anos no mercado de trabalho. As empresas, especialmente as do setor financeiro, foram protagonistas e apoiadoras da Reforma da Previdência, que elevou a idade mínima de aposentadoria das mulheres para 62 anos. Se as trabalhadoras terão que permanecer mais tempo na ativa, é incoerente e injusto que o mercado de trabalho continue descartando-as a partir dos 45 ou 50 anos. 

    O discurso meritocrático que exalta “diversidade etária” se dissolve na prática, quando vemos mulheres maduras sendo substituídas por perfis mais jovens e baratos. O climatério, nesse contexto, passa a ser usado como justificativa implícita para exclusão, como se o corpo que muda deixasse de ser produtivo. 

    É urgente construir políticas estruturadas de contratação, retenção e valorização de mulheres 50+, com programas de transição, capacitação, flexibilização de jornada e reconhecimento da experiência acumulada. Isso não é apenas uma questão de equidade, mas de coerência social. Se o Estado exige que mulheres trabalhem até os 62, as empresas devem assumir a responsabilidade de garantir que elas tenham onde e como trabalhar até lá, com dignidade, saúde e pertencimento. O que chamamos de “fim” pode, na verdade, ser o início de uma nova forma de estar no mundo. 

    O climatério é também uma travessia política: ele desestabiliza a ideia de que o valor da mulher está em sua capacidade reprodutiva, estética ou de servir aos outros. Ele nos lembra que somos muito mais do que funções. Na menopausa, o corpo se desnuda do papel social imposto e se reapropria de si. Essa reapropriação é um ato de poder. É quando a mulher bancária, tantas vezes condicionada a segurar o sistema,começa a se perguntar: “o que, afinal, ainda quero sustentar?”. Entre planilhas, metas e boletos, talvez o corpo esteja pedindo uma revolução íntima. Uma em que produtividade e prazer possam finalmente coexistir. Porque o climatério não é o fim de nada. É o início de uma escuta mais profunda, de si, das outras e do mundo. 

    Aline Amorim é dirigente sindical, psicanalista em formação, educadora e pesquisadora nas áreas de saúde mental, envelhecimento e relações de trabalho

     

    Referências: – Federici, Silvia. O Calibã e a Bruxa. Elefante, 2017. – Dolto, Françoise. A imagem inconsciente do corpo. Martins Fontes, 1984. – Kergoat, Danièle. Divisão sexual do trabalho e relações sociais de sexo. In: O Sexo do Trabalho, 2010. – hooks, bell. All About Love. HarperCollins, 2000.

    imagem freepik

  • Educadora infantil Paloma Soares conquista emenda de R$ 238 mil para Emeb em Jundiaí

    Educadora infantil Paloma Soares conquista emenda de R$ 238 mil para Emeb em Jundiaí

    Recurso, viabilizado pelo mandato da deputada Luciene Cavalcante (Psol), será destinado à compra de mobiliário e brinquedos humanizados para a escola

    A educadora infantil Paloma Soares, defensora de uma educação pública de qualidade na primeira infância, conquistou uma emenda parlamentar no valor de R$ 238 mil para a Emeb João Fernandes Neto, no bairro Morada das Vinhas, em Jundiaí.

    O recurso será destinado à aquisição de mobiliário e brinquedos humanizados, inspirados na abordagem Pikler, que valoriza o movimento livre, a autonomia e o desenvolvimento integral dos bebês filhos da classe trabalhadora.

    Paloma conta que o processo teve início em 2024, quando escreveu e enviou o pedido de emenda parlamentar aos assessores da deputada Luciene Cavalcante.

     “Enviei o texto em 2024 e, em fevereiro de 2025, durante o encontro de vereadores em Brasília, o Movimento Cardume, do PSOL, reforçou pessoalmente o pedido. Mas a iniciativa nasceu da nossa realidade na creche — da vontade de oferecer um ambiente mais acolhedor e humano para os bebês”, explica a educadora.

    O pedido foi atendido e o investimento já está garantido. Nesta sexta-feira (11), às 16h50, a deputada federal Luciene Cavalcante visitará a escola para conhecer o trabalho desenvolvido e os projetos que serão viabilizados com a verba. Em seguida, a parlamentar segue para o S. Camilo.

    Às 18h30, na Câmara Municipal de Jundiaí, será realizada uma Reunião Pública sobre a Educação Municipal, promovida pelo mandato coletivo do Movimento Cardume, com presença do deputado Carlos Giannazi (Psol).

    Paloma Soares em seminário sobre Educação Infantil na sede do Sindicato dos Bancários em Jundiaí e Região.

  • Climatério, mercado de trabalho e a invisibilidade do saber feminino

    Climatério, mercado de trabalho e a invisibilidade do saber feminino

    Enquanto o mercado continuar premiando apenas a performance, continuará perdendo o que há de mais transformador no trabalho

    Por Aline Amorim – Dirigente sindical, psicanalista em formação, educadora e pesquisadora nas áreas de saúde mental, envelhecimento e relações de trabalho

     

    A gente aprende cedo a ser múltipla: filha que cuida, mulher que entende, profissional que entrega, mãe que antecipa. Mas em algum momento, normalmente entre os 45 e 55, o corpo avisa: o que te trouxe até aqui não é mais o que vai te levar adiante.

    O nome disso, dizem, é climatério. Mas ele é muito mais do que os hormônios: ele escancara o acúmulo, a ausência de pausa, o silêncio sobre tudo o que uma mulher sustenta calada.
    E no mundo do trabalho, o preço é alto.
    Se somos firmes, dizem que estamos “difíceis”.
    Se adoecemos, sugerem terapia, mas não mudam o ritmo.
    Se questionamos, nos colocam na “gaveta do RH”.

    Invisibilidade institucionalizada

    O mercado de trabalho ainda enxerga o envelhecimento das mulheres como um declínio — não como uma transição de potência.
    A gente para de menstruar e, junto com o sangue, escoa muitas vezes o respeito, a escuta, o desejo das instituições em nos manter nos espaços de decisão.

    Não falta vitalidade.
    Falta vontade política de aproveitar a experiência feminina sem sugar até a última gota.

    Enquanto a juventude masculina é celebrada como “inovadora”, mulheres maduras precisam provar três vezes mais que ainda “dão conta”.
    Mesmo que estejam há décadas segurando não só o trabalho, mas a cultura do cuidado.

    Um novo saber que precisa aparecer

    O saber da mulher de 50 anos não está nas planilhas.
    Está na forma como ela percebe o que não foi dito numa reunião.
    Na forma como lida com o conflito entre duas pessoas da equipe que nunca foram ouvidas de verdade.
    Na sua capacidade de sustentar o afeto sem fazer disso um espetáculo.

    Esse saber é subjetivo, relacional, profundo.
    Mas porque não é mensurável, é frequentemente descartado como “intuição” ou “jeito de ser”.
    E aqui começa a nossa luta: nomear o que sabemos, afirmar o valor do que fazemos, falar sobre o que sentimos sem sermos lidas como descontroladas.

    Não é sobre resiliência. É sobre reconhecimento

    O climatério é, muitas vezes, a primeira oportunidade real de uma mulher olhar pra si sem culpa.
    E muitas de nós, nesse processo, descobrem que não querem mais subir a escada do sucesso dos outros.

    Querem construir outra escada.
    Ou andar descalça.
    Ou sentar no chão, junto de outras mulheres, pra inventar um novo jeito de estar no mundo.

    Enquanto o mercado continuar premiando apenas a performance, continuará perdendo o que há de mais transformador no trabalho:
    a presença madura de quem já viveu o bastante para não ter mais medo do espelho.

    Aline Amorim é dirigente sindical, psicanalista em formação, educadora e pesquisadora nas áreas de saúde mental, envelhecimento e relações de trabalho.

  • Raul reencantado: a arte do gênio em som e cena volta ao Polytheama

    Raul reencantado: a arte do gênio em som e cena volta ao Polytheama

    Melodias e poesia de Raul ganham nova vida em um tributo onde tudo soa como recém-sonhado

     

    No dia 10 de maio, o Teatro Polytheama será palco do espetáculo histórico “Raul! Música e Teatro – Um Tributo a Raul Seixas”.

    Mais do que uma homenagem, o show é uma experiência emocionante que une uma das melhores bandas do gênero e um ator consagrado, revelando a atualidade e a potência da obra de Raul Seixas.

    Raul em Som

    Um versátil repertório é executado primorosamente por Daniel Tavares e a Banda Rock Seixas, com destaque para a notável semelhança do timbre de voz do cantor jundiaiense Daniel, que honra o legado deixado pelo pai do rock nacional com carisma e excelência vocal.

    A banda conta ainda com André Vicente no violão e voz, Rubens Pechiare na guitarra, Doriva Oliveira no contrabaixo, Luciano Bueno na  bateria , Leandro Vasquez no  piano e teclado e Susan Simon no backing vocal.

    Raul em Cena

    Zé Renato Forner é ator e diretor, com mais de 50 espetáculos teatrais no currículo. Formado pelo Centro de Pesquisa Teatral (CPT), Forner estudou com Antunes Filho.

    Entre seus papéis, destacam-se o Coronel Altier em ‘’Leite Derramado’’ e Martim Francisco na série ‘’Independências’’, da TV Cultura.

    Reconhecido por integrar o elenco de espetáculos premiados com o Prêmio Bravo!, o Prêmio Shell de Teatro e o APCA, Zé Renato traz sua expertise à direção e à dramaturgia do espetáculo.

     

    Juntos, eles atualizam a essência da arte de Raul com a música das melodias e a poesia das letras em um frescor que faz parecerem ter sido criadas agora. 

    Viva essa experiência única. 

     

    Agenda

    Raul! Música e Teatro

    • Dia 10 de maio
    • 20 horas
    • Teatro Polytheama

    Ingressos Sympla  https://encurtador.com.br/YUOM2

    Daniel Tavares

    José Renato Forner

     

    CONTATOS

    [email protected]

    (11) 9 9871-7358

     

    Com assessoria de Sumara Mesquita e José Arnaldo Oliveira

  • Mulheres de Jundiaí e região vão às ruas neste sábado (15) contra o fascismo

    Mulheres de Jundiaí e região vão às ruas neste sábado (15) contra o fascismo

    Ato em apoio a Lula e Haddad é aberto a todas e todos e tem presença confirmada de lideranças femininas. Estão convidadas Lúcia França, as deputadas Sâmia Bomfim (Psol) e Juliana Cardoso (PT).
    POR QUESTÕES DE ESTRATÉGIA DE TRÂNSITO, A CAMINHADA VAI SAIR DE FRENTE À CÂMARA MUNICIPAL E CAMINHAR ATÉ A PRAÇA DO FÓRUM
    Neste sábado (15), mulheres de Jundiaí e região fazem um grande ato contra o fascismo e em apoio às candidaturas de Fernando Haddad, para o governo de SP, e de Lula para presidente.
    O ato terá concentração às 9 horas, na Câmara Municipal, rua Barão de Jundiaí, ao lado do teatro Polytheama, e sai em caminhando pelo Calçadão central até a Praça do Fórum.
    O Coletivo ‘Força da Primavera’, formado por mulheres de várias cidades da região, ganhou força a partir de grupos de whatsapp.
    Chamados ‘’Mulheres com Lula e Haddad’’, os grupos têm se ampliado com pedidos de mais mulheres dispostas a debater a atual conjuntura do país e a criar eventos em apoio às campanhas progressistas.
    São donas de casa, advogadas, jornalistas, professoras, enfermeiras, bancárias, aposentadas e de várias outras ocupações, de todas as idades, lutando contra a opressão, o ódio e o retrocesso implantados pelo governo Bolsonaro.
    Estão convidadas Lúcia França, vice na chapa de Fernanda Haddad, e as deputadas federais Sâmia Bomfim, do PSOL, e Juliana Cardoso, do PT.
    Simbolizando a paz e o amor, o Coletivo distribuirá rosas de crepom no decorrer da caminhada, que também vai contar com manifestações artísticas.
    O Coletivo Primavera informa que todas e todos são bem vindos ao ato.
    Confira a agenda:
    ATO PRIMAVERA DAS MULHERES COM LULA E HADDAD
    Sábado, dia 15 de outubro
    Concentração: 9 horas, CÂMARA MUNICIPAL
    Saída às 10 horas, com caminhada pelo calçadão central até a Praça do Fórum
    Interessad@s em realizar manifestações artísticas podem entrar em contato pelo inbox do facebook na página Coletivo Primavera Jundiaí em https://www.facebook.com/coletivoprimaverajundiai/
  • Cadê os Yanomami? Mistério do sumiço de aldeia indígena mobiliza redes

    Cadê os Yanomami? Mistério do sumiço de aldeia indígena mobiliza redes

    Caso mobiliza não só lideranças indígenas, mas rompeu barreiras e repercutiu entre artistas, políticos e influenciadores digitais

     

    Segue sem solução mais um capítulo da “guerra” entre garimpeiros contra o povo Yanomami, em Roraima. Depois que uma menina ianomâmi, de 12 anos, morreu após ser estuprada por garimpeiros que exploravam ilegalmente terras indígenas, todos os 24 indígenas da comunidade Aracaçá permanecem desaparecidos e suas casas foram encontradas queimadas.

    Mobilizando não só lideranças indígenas, o caso acabou também rompendo barreiras e repercutindo entre artistas, políticos e influenciadores digitais. A tag “CADÊ OS YANOMAMI” vem movimentando as redes nos últimos nove dias.
    O estupro da menina e o desaparecimento dos indígenas vieram a tona, dia em que a menina teria sido estuprada. A denúncia foi feita pelo presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kwana (Condisi-YY), Júnior Hekurari Yanomami.

    Depois do comunicado do líder, a Polícia Federal (PF) chegou até a comunidade Aracaçá, mas não teria encontrado ‘indícios de crime’.

    A Hutukara Associação Yanomami (HAY) informou que está acompanhando a investigação e cobrou que as autoridades tirem os garimpeiros ilegais das terras indígenas. “Essas e outras graves violações de direitos dos povos indígenas causadas pelo garimpo ilegal em suas terras há anos vêm sendo denunciadas ao poder público. Insistimos que o Estado brasileiro cumpra seu dever constitucional e promova urgentemente a retirada dos invasores”, diz.
    Segundo o Condisi-YY, é comum que após a morte de um ente querido, os indígenas deixem suas casas e procurem outro lugar para viver. A PF informou que continua a investigação.

    A aldeia é de difícil acesso – leva-se cerca de 1h15 de voo saindo de Boa Vista até Waikás, mais 30 minutos de helicóptero ou cinco horas de barco pelo rio Uraricoera.

    Terras indígenas
    Cerca de 24 indígenas da comunidade Aracaçá permanecem desaparecidos e suas casas foram encontradas queimadas(foto: Redes Sociais/Reprodução)

    De acordo com lideranças indígenas, garimpeiros teriam comprado o silêncio das vítimas com ouro. Isso porque, sem nenhuma base de proteção permanente da Funai, o garimpo se mantém como o principal indutor da violência na região.

    O Ministério Público Federal (MPF) também comunicou que a apuração segue em andamento.

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    “É triste o que aconteceu com Madeleine McCann, mas por que diabos é menos triste o que aconteceu com os yanomami, por que diabos a comoção é menor?”

    por Lelê Teles – Revista Fórum

    Em Roraima, na região de Waikás, um grupo de 24 indígenas desapareceu na floresta, deixando pra trás a comunidade em chamas.

    Pra onde foram, por que foram; sumiram ou foram sumidos?

    Tudo aconteceu no último dia 25, logo após a comunidade ser invadida e atacada por garimpeiros.

    Os sujeitos violentaram brutalmente uma menina de 12 anos, levando a pequena à morte.

    Em seguida, os violadores sequestraram uma mulher, com o seu filho de três anos de idade; a criança, veja que brutalidade, foi jogada no rio, segundo relato de Júnior Hekurari Yanomami, liderança indígena que publicou um vídeo nas redes sociais denunciando o crime.

    Pode ser que a comunidade tenha fugido em desespero para não ser exterminada.

    São muitos, e cada vez maiores, os relatos de ataques brutais contra indígenas.

    O terror, o pavor, o pânico e o medo são armas psicológicas utilizadas pelo macho branco desde que este câncer da terra aportou por estas paragens.

    Há mais de 500 anos temos visto essa cena se repetir, ininterruptamente, e se alastrar como uma metástase: de forma brutal e covarde, homens fortemente armados, com armas de fogo, matam os povos originários sem piedade, ou obrigam indígenas a se esconderem nas regiões mais profundas da floresta para não serem assassinados.

    Os exploradores gananciosos não têm escrúpulos: mandam e desmandam, matam e desmatam.

    As terras, e isso parece um imperativo, devem estar apenas nas mãos do macho branco.

    Por isso, os quilombos estão sempre sob vigilância, por isso os quilombolas lutam, por séculos, para terem a posse de um pequeno pedaço de chão.

    É por isso que morrem tantas lideranças comunitárias, por esse motivo matam os que defendem a floresta, é por essa razão que as mulheres quebradeiras de coco babaçu vivem sob a ameaça constante de fazendeiros e grileiros.

    É por essas e outras que os brancos gananciosos odeiam tanto os indígenas: “eles têm terras demais e são preguiçosos”, dizem os preguiçosos que parasitam crianças, animais e máquinas para trabalharem pra eles.

    Mesmo as terras demarcadas estão sob a mira dos assassinos.

    E agora eles têm um governo que os apoia, têm parlamentares que incentivam a brutalidade, têm instituições que fazem vista grossa às agressões que os povos da floresta, e a própria floresta, vêm sofrendo cotidianamente.

    O macho branco, quando invade uma terra, antes de colocar uma cerca, ele destrói tudo o que encontra: toca fogo nas matas, polui os rios, mata tudo o que nada, voa, rasteja, fornece sombra e garante a vida.

    A morte do “outro”, o assassínio, é a cachaça do macho branco.

    Em seguida eles vão a uma igreja, fazem um teatro místico, depositam umas moedas na sacola de espórtulas e dormem com os bolsos cheios e a consciência tranquila.

    Estupraram uma menina de 12 anos, jogaram uma criança de 3 anos dentro de um rio…

    Dói, cara, isso dói pra caralho!

    Isso dilacera a alma de quem tem alma; dilacera o coração de quem tem coração!

    Lembro-me da pequena Madeleine McCann, uma criança de 4 anos, branca e britânica, que desapareceu em Portugal no ano de 2007.

    O mundo ficou em pânico: será que estupraram a pequena, será que está viva, será que passa frio e fome, será…

    O planeta Terra se mobilizou para procurar a criança, os principais meios de comunicação do mundo fizeram desta a sua notícia principal.

    Ilze Scamparini, do alto de um telhado, chorava a perda da infante.

    É triste o que aconteceu com Madeleine, mas por que diabos é menos triste o que aconteceu com os yanomami, por que diabos a comoção é menor?

    Cadê os yanomami?

    Desapareceram ou foram desaparecidos; por quê?

    É preciso gritar com todas as forças e gritar sempre: vidas indígenas importam, porra!

    Palavra da salvação.

    fonte: rede de notícias

  • Estrela de ‘’Paraíso Tropical’’, Rodrigo Veronese brilha na rádio com sucessos dos Anos 80

    Estrela de ‘’Paraíso Tropical’’, Rodrigo Veronese brilha na rádio com sucessos dos Anos 80

    Projeto une pesquisa e bastidores de uma década que inspira gerações. Ator mostra versatilidade e talento como locutor

    A biografia do ator e apresentador Rodrigo Veronese é extensa nos sites de busca. Desde a infância ele já demonstrava interesse pela área de comunicação, produzindo e encenando clipes caseiros. 

    Sua beleza refinada e o sorriso cativante o levaram muito jovem para a mídia como modelo de grandes agências, como Elite Model e L’Equipe. 

    Só na televisão foram dezenas de personagens, dentre os quais, o mais marcante na novela ‘Paraíso Tropical’, de 2007, da Rede Globo, na qual interpretou o executivo Lucas, par romântico de Renée de Vielmond, e que agora volta a fazer grande sucesso com a reprise no Canal Viva.

    Após uma breve pausa da grande mídia, Rodrigo aproveitou a entressafra para dedicar-se a projetos que lhe têm propiciado muita experiência e contento pessoal, como o “Luz, Câmera, Inserção’’, criado para inclusão de jovens carentes na teledramaturgia, o “Zonas de Tropeço”, que propõe um olhar exploratório e cultural dos diferentes bairros da capital paulista e ainda, sua nomeação como embaixador da Fundação Ação Criança, no combate à desnutrição infantil. 

    Mas foi durante a pandemia,‘’no confinamento da criatividade’’, que Rodrigo Veronese criou e produziu o programa ‘’80 por Segundo’’, transmitido ao vivo na rádio 80 FM, Youtube e Spotify. 

    Nascido nos anos 70, Veronese sabe ‘’decor e salteado’’, com base em sua vivência e muita pesquisa, a história e os bastidores dos grandes sucessos da década de 80. ‘’Me fascina não somente por ter inspirado toda uma geração, mas também porque é o momento em que a tecnologia começa a coexistir com a arte’’, reflete o ator.

    Nesse período, as músicas abordavam, entre outros temas, o contexto nacional marcado pela transição da ditadura para a democracia. Portanto, o programa ‘’80 por Segundo’’ celebra essa originalidade e protagonismo de bandas como Legião Urbana, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Blitz, Titãs, Kid Abelha e tantas outras que contribuíram para dar voz e vez a um dos períodos mais influentes da música brasileira.  

    Veronese tem atingido excelentes marcas nas redes e cativado um séquito de fãs e admiradores, incluindo estrelas daquela época, que têm participado do programa como convidados, a exemplo de Evandro Mesquita, Guilherme Isnard, André Abujamra, Jussara Freire, Bia Seidl e Taumaturgo Ferreira. 

    Intergeracional

    O sucesso do programa tem atraído entusiastas dos anos 70 e 80 e também fãs do ator, que dá um verdadeiro show na locução. ‘’É incrível como ele continua bonito e atraindo tantos seguidores, mesmo sem estar na grande mídia’’, diz a jovem pedagoga Gabriela Cabral, 22, que tornou-se fã de Rodrigo ao assistir à reprise de Paraíso Tropical. 

    A ‘’velha guarda’’ também segue o ator em suas redes e no programa transmitido ao vivo às sextas-feiras. ‘’Me lembra muito dos bailinhos que fazíamos na garagem de casa’’, diz o fotógrafo Dago Nogueira, 51, que também é músico. ‘’O Rodrigo faz uma consulta aprofundada de toda aquela época e a gente acaba conhecendo fatos que nem imaginávamos sobre a origem das letras e a história das bandas. É, sem dúvida, um projeto de pesquisa’’. 

    Onde ver e ouvir

    O programa ‘’80 por Segundo’’ vai ao ar todas as sextas-feiras, a partir das 21 horas, pela rádio 80Fm, em radio80fm.com.br, pelo Youtube, no canal ‘80 por Segundo’ e também no Spotify.

    Rodrigo Veronese também é atuante em seu Instagram, onde aborda temas como música, TV, cinema, vida saudável, ecologia e pets. A página do ator, com mais de 20 mil seguidores, está disponível em instagram.com/rodrigoveronese1970/

    O fã clube de Veronese também abriu uma página especial no Instagram. Para seguir basta acessar https://www.instagram.com/fc.rodrigoveronese/


    O ator brilhando como locutor na rádio 80FM


    Na novela Paraíso Tropical, que volta a fazer sucesso na reprise do ‘Canal Viva’

     

    Rodrigo estrelando a minissérie ”Na Mira do Crime”, da Fox (FX Brasil)

     

  • Editora In House lança Concurso Literário ‘’Uma Só Alma’’

    Editora In House lança Concurso Literário ‘’Uma Só Alma’’

    Editora In House lança Concurso Literário ‘’Uma Só Alma’’

    Inscrições vão até 2 de maio. Obra será dedicada aos laços culturais entre Brasil e Itália

     

    Em agosto a Editora In House, em parceria com o Museu da Imigração e o Instituto Italiano de Cultura de São Paulo, lança o livro ‘’Uma só Alma’’, resultado do primeiro Concurso Literário da Editora em 2022.

    O diretor presidente da In House, Marcio Martelli, destaca que a editora realiza concursos anualmente com grande participação de pessoas da região e de outras cidades. “Nesta edição, nosso objetivo é estimular a escrita de narrativas sobre a relação sociocultural entre o Brasil e a Itália que tanto contribuiu para a formação da cultura brasileira’’.

    Desde sua fundação, em 2003, a In House já publicou mais de mil títulos, muitos deles oriundos de antologias e concursos literários promovidos pela editora.

    Martelli calcula que mais de três mil pessoas já participaram das mais de 100 antologias produzidas até agora. ‘’Impressiona o número de pessoas que se inscrevem e a grande quantidade que se dedica à produção literária de contos, crônicas e poemas. Muitos desses escritores entusiasmam-se tanto que avançam para a escrita profissional a partir de nossas publicações”, conta o editor.

    Nessa edição especial sobre os laços entre Brasil e Itália, Martelli acredita que a obra será repleta de sentimentos e saudosismo refletidos nos contos, cuja maior inspiração será a emoção e a lembrança familiar, haja vista a cidade de Jundiaí e a região ter forte histórico com a imigração italiana. “Essa antologia, com certeza, trará a possibilidade de muitas famílias terem contato com suas raízes e suas trajetórias a partir dos vários contos que estamos recebendo’’.

    Com lançamento no Brasil e Itália, previstos para agosto e setembro, o projeto também integra o universo didático-pedagógico para a compreensão de uma língua estrangeira.

    O livro será bilíngue, em português e italiano, dispostos lado a lado na diagramação do livro, a fim de facilitar a assimilação e comparação das duas línguas.

    O concurso tem a organização de Rosalie Gallo y Sanches e Márcio Martelli

    Márcio Martelli é escritor natural de Jundiaí. Mestrando pela Unicamp em Ensino e História das Ciências da Terra. Membro da Aca­d­e­mia Jundiaiense de Letras e da Associação Portuguesa de Poetas. Editor de livros, lançou mais de mil obras pela editora In House, da qual é fundador e presidente, participando de feiras no Brasil e exterior.

    Rosalie é escritora, tem larga experiência com concursos culturais, é professora universitária aposentada de Teoria da Literatura, ex-presidente da Comissão de Cultura de Comitês de São Paulo, entre os quais, o Comitê dos Italianos no Exterior, e vice-presidente da ARLEC, Academia Rio-pretense de Letras e Cultura.

     

    Como participar

    Concurso Literário Internacional Uma só alma

    Inscrições: até 02/05/2022

    Informações pelo link:
    https://editorainhouse.com.br/concurso-uma-so-alma

    Não é necessário ser descendente de italianos

     

    Divulgação dos resultados: 04/06/2022 no site da Editora In House e pelas redes sociais.
    https://www.facebook.com/ConcursoUmasoalma
    https://www.instagram.com/concurso.uma.so.alma/

    Lançamento: 20 de agosto de 2022.

    Local: Museu da Imigração do Estado de São Paulo.

    Lançamento Internacional: setembro/2022, Itália (previsão)

     

    Martelli em lançamento de livros da In House em São Paulo