Prevenção é única forma de evitar ‘verme do coração’ nos pets

Prevenção é única forma de evitar ‘verme do coração’ nos pets
18 de janeiro de 2018 Sumara Mesquita

Cardiologista dá dicas sobre como prevenir a doença que tem maior incidência em cidades litorâneas

Levar os pets para curtirem as férias junto com a família é a melhor solução para mantê-los longe do stress ou na dependência de alguém que não tem intimidade com a rotina do bichinho. No entanto, antes da viagem é de suma importância fazer uma visita ao veterinário para atualização das vacinas e checagem da saúde do animal. Com o verão surgem também doenças comuns da época, como a temida parvovirose, responsável pela alta incidência de morte em filhotes de cães contaminados, e a Dirofilaria Immitis, conhecida como verme do coração. Geralmente transmitida por mosquitos, a doença é mais comum em cidades litorâneas e em regiões de represa, onde a concentração de mosquitos é maior.

A médica veterinária Thaís Esparrachiari, Cardiologista do Hospital Clinicão e Gato, informa que a doença pode contaminar cães e gatos. “O animal será contaminado com microfilárias em sua corrente sanguínea. Ao picar esse animal, o mosquito se contamina, podendo espalhar a doença para outros bichos saudáveis”, explica.

O verme adulto se aloja nos grandes vasos sanguíneos do coração, causando sintomas como fadiga, apatia, emagrecimento e ascite, que ocasiona a produção de líquido no abdômen.

A cardiologista sugere aos tutores que costumam levar os pets ao litoral que façam a prevenção mensalmente. “Se o bichinho costuma ir à praia, não é prudente apenas medicá-lo antes e após a viagem. A prevenção ideal deve ocorrer o ano todo, e pode ser realizada com injeções, comprimidos ou pipetas”. Ela lembra que, embora haja incidência no litoral paulista, o maior número de casos tem ocorrido no Rio de Janeiro.

Para um tratamento com resultados efetivos, é necessário que o bichinho passe por um diagnóstico preciso, incluindo exames de sangue, sorologia e ecocardiograma. “A doença precisa ser descoberta a tempo de se fazer o tratamento. Numa fase mais avançada, pode causar lesões nos vasos sanguíneos, sérios problemas cardíacos e levar o bichinho à morte”.

Mais informações sobre essa e outras doenças do coração nos pets podem ser obtidas com a cardiologista Thaís Esparrachiari no Hospital Clinicão e Gato, na Rua Seike Saito, 633, na Vila Lacerda, em Jundiaí. As consultas podem ser agendadas pelo telefone (11) 4582-2239.

fonte: Tarantina

 

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